Afetividade no desempenho escolar

Afetividade no desempenho escolar Aprender é um processo dinâmico e pessoal, complexo, que sofre tanto influências ambiental como do próprio sujeito que aprende.
A afetividade tem bastante influência sobre o desenvolvimento intelectual. Para Piaget o desenvolvimento intelectual tem dois componentes: o cognitivo e o afetivo, um paralelo ao outro. Sendo assim, a auto-estima mantém uma estreita ligação com a motivação ou interesse da criança para aprender.
É essencial que se promova uma participação efetiva do aluno no processo de aprendizagem e também propiciar oportunidades de prática para uma aprendizagem mais significativa no desenvolvimento da criatividade e da autoconfiança, para acontecer essa aprendizagem mais significativa é necessário que se disponha de material adequado, de conhecimento das estruturas cognitivas do aluno e de estimular a sua motivação.

São vários os fatores que dificultam a aprendizagem, dentre eles estão àqueles inerentes a própria criança, à escola, os familiares e o meio físico e social. Problemas físicos ou psíquicos agravam o quadro de desmotivação. A inadaptação ao ambiente escolar pode também ocasionar o desinteresse e as repetências sucessivas, além da baixa autoestima, dificuldades de relacionamento entre aluno e professor.
A afetividade mais do que mola propulsora do aprendizado é o fator primordial, que define, que delimita os campos que o aluno irá trilhar durante o processo de cognição. E sendo assim, família e professores devem cultivar este sentimento para que a aprendizagem não se torne um fracasso.Na opinião de SOPELSA (1998): “é preciso ir além do cognitivo e avaliar a afetividade, à medida que são feitas estas propostas ao aluno e existe uma mudança no comportamento deste, pressupõe que esta acontecendo à aprendizagem”.
(Retirado do site www.psicopedagogia.com.br)